No mundo atual, para vencer pelos estudos e atingir o patamar de vida desejada as possibilidades estão paulatinamente igualando ricos e pobres. Pois o jogo mudou e hoje, valoriza-se quem estiver mais preparado. Existem mercados que até importam crânios versados nas mais diversas competências. Veja o exemplo da China e o da índia que durante um longo período de suas histórias estiveram numa condição de subserviência internacional e agora são consideradas as duas superpotências desse inicio de milênio.
É certo que o rico, em termos per capita, conta com a aquisição do capital intelectual, os meios privilegiados de informação e formação que fazem a diferença muitas vezes inquestionável. Mas o pobre descobriu a duras penas que o que estava faltando para se igualar no hall das possibilidades era algo resumível em duas palavras: sistematização e disciplina. Mesmo que este, não tendo recursos financeiros para acessar os meios privilegiados da informação, o aporte intelectual adquirido com a sistematização dos estudos e a disciplina elevarão sua percepção e o habilitaram a "descobrir" novas estratégias de acesso, na maioria das vezes, sem ônus.
O mesmo contrário situacional poderia se verificar quando alguém rico, com todas as amplas possibilidades de acessar o que há de melhor no mercado e o mais quente da cultura intelectual, simplesmente desprezasse, e aí, tudo de que dispõe se tornaria nulo. Sem efeito.
Mais uma vez, o método de sistematização de horário de estudo, auto-checagem de matérias, atualização de informações, categorização de assuntos etc., unido a disciplina, a realidade ganha contornos outrora julgados inatingíveis. A aquisição do saber confere poder, fortalece o raciocínio, alagar a visão, projetando o indivíduo a elevação, a um novo status.
Os chineses, indianos, japoneses, coreanos sabem disso. Não basta ser constante. Precisa-se agregar a sistematização e a disciplina no projeto de estudo seja ele qual for, do nível mais elementar ao complexo. Associando coisas novas e velhas, para ressignificar o todo, tal qual o percebemos.
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