A vida fora do Brasil pode ser muito diferente daquela a que estamos acostumados. É grande o esforço para se adaptar à língua e aos costumes de outros países.
De acordo com um migrante, "conhecer a realidade que poderá encontrar ao sair do País ajuda a planejar melhor sua viagem, inclusive a repensar sua decisão".
Houve o tempo em que o fluxo migratório era considerado grande, alimentado pelo sonho de realização noutro país. Mas, essa demanda sofre cada vez mais uma visível diminuição, pois, no quesito "geração de emprego e renda" o Governo Federal vem implantando uma série de políticas públicas com o objetivo de auxiliar o cidadão a encontrar seu lugar no mundo do trabalho, estimulando a inclusão social, a formação integral, o acesso e a permanência no mercado de trabalho.
Entre janeiro de 2003 e julho de 2007, foram gerados 5.873.871 empregos com Carteira assinada no Brasil.
Segundo o psicólogo organizacional João Nunes, o "american way of life" não consegue mais imprimir ou alimentar o sonho do migrante em mudar de vida, em enriquecer lá fora, mesmo porque em muitos estados dos Estados Unidas o índice de desemprego devido a atual crise econômica americana é simplesmente preocupante, e aqui no Brasil, a situação está muito mais vantajosa.
Ele lembra também, que o presidente da Comissão de Assuntos Internacionais do Senado esteve há dois anos atrás entrevistando brasileiros em vários países, principalmente nos EUA, e constatando situações de subempregos, de trabalhos insalubres e pobreza que impossibilitam as pessoas até de voltarem ao País.
Muitas mulheres, frustradas e desiludidas, são absorvidas no submundo da prostituição, são exploradas e muitas delas acabam por tornar-se vítimas do tráfico de pessoas.
De todos os impactos que a pessoa sente ao entrar no outro País é a constatação de que não existe em toda a Terra povo tão caloroso quanto o brasileiro. O brasileiro é acolhedor, sensível, pronto a ajudadar. O europeu e americanos, são frios, e essa frieza pode ser muito bem interpretada como inexistência de afeto solidário.
É mais ou menos como o antigo ditado: cada um por si. Por isso, antes de pensar em migrar para outro País, pensar pacientemente ainda é o melhor caminho.
De todos os impactos que a pessoa sente ao entrar no outro País é a constatação de que não existe em toda a Terra povo tão caloroso quanto o brasileiro. O brasileiro é acolhedor, sensível, pronto a ajudadar. O europeu e americanos, são frios, e essa frieza pode ser muito bem interpretada como inexistência de afeto solidário.
É mais ou menos como o antigo ditado: cada um por si. Por isso, antes de pensar em migrar para outro País, pensar pacientemente ainda é o melhor caminho.

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